Entenda porque o segurança que matou o cachorro não será preso

A vice-presidente da Comissão de Defesa dos Direitos dos Animais afirmou que no Brasil a penas para quem comete alguma agressão contra animais é muito branda e provavelmente o segurança que agrediu o cachorro no supermercado não será preso pelo ato:

“A punição é de três meses a um ano. Ninguém vai para a cadeia com uma sentença dessa”. Selma afirmou que “para a pessoa ir presa, ela tem que ser condenada a pelo menos três anos, e não existe esta pena no caso de animal”.

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O caso é a polêmica do momento e tudo começou depois que a notícia de que, um funcionário terceirizado do Carrefour teria matado um cachorro a pauladas, a informação é que o segurança teria envenenado o animal que estaria incomodando clientes por estar circulando nas dependências do supermercado, como o veneno não fez efeito rápido o homem então teria pego uma barra de ferro e desferido diversos golpes contra o cão, que chegou a receber atendimento, ainda consciente, da Zoonose.

Selma da comissão dos direitos dos animais disse: “como houve o fato morte, a sentença aumenta em 1/3, 2/3”, mas mesmo assim a pena ainda deve ser revertida “no máximo em umas cestas básicas, serviços comunitários ou, no máximo, em uma multa”. Só ramente estas multas “chegam a valores bem razoáveis, como os R$ 30 mil, no caso de maus tratos constatados em um criadouro ilegal, em Brasília”.

Selma também informou que há muito tempo a vice-presidente da Comissão de Defesa dos Direitos dos Animais da OAB vem enfrentando uma grande batalha para que se aumente essas penas, a intenção dos direitos dos animais é fazer com que sejam aprovadas leis mais severas que façam com que a pessoa seja presa por maus tratos aos animais e que as multas sejam valores maiores para assim tentar intimidar os agressores, isso iria servir para que outras pessoas pensem um pouquinho antes de maltratar um animal, que não faz mal para ninguém.

O caso do segurança que agrediu e acabou matando o animal indefeso gerou revolta em todo o país e a notícia está nos principais jornais na TV.

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