Segurança confessa ter assassinado Rayane Paulino

Michel Flor da Silva, que já está preso, contou que matou a jovem depois de lhe oferecer uma carona e revelou os últimos passos da menina.

Michel Flor da Silva, de 28 anos, encontra-se detido acusado de ter matado Rayane Paulino, de 16. Em depoimento à Polícia, o homem confessou ter cometido o crime e contou em detalhes, segundo ele, como teriam sido os últimos passos da jovem na madrugada em que foi assassinada. O delegado que investiga o caso acredita que Rayane teria sido estuprada antes de ser asfixiada, mas o segurança alega que a conjunção carnal teria sido consensual.

Os últimos passos de Rayane Paulino, segundo o acusado

Segundo o delegado Rubens José Ângelo, Michel contou em depoimento que trabalhava na rodoviária de Guararema, São Paulo, na madrugada do crime quando teria encontrado Rayane no terminal rodoviário cambaleando e que em certo momento, ela teria se sentado em um dos bancos do local.

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Ainda de acordo com o que foi dito pelo acusado, ele teria oferecido água e sua própria jaqueta para a menina se aquecer do frio, mas Rayane não teria aceitado. Em seguida, uma carona foi proposta a jovem e dessa vez, ela teria concordado e aceitado.

Michel disse que Rayane o informou que queria curtir a noite e que ele teria proposto de os dois irem a uma balada em Jacareí. Porém, o delegado acredita que o rapaz, que também é capoeirista, já tenha levado a jovem a um local para estuprá-la.

Segundo a versão do acusado, ele teria consumado a conjunção carnal com a vítima com seu consentimento, mas depois a menina teria surtado dentro do carro dizendo que ele teria a estuprado, que seu pai era da polícia e acabaria matando-o. Em seguida, Michel conta que Rayane teria o chutado e ele então teria a imobilizado com um mata-leão que acabou fazendo com que a garota desfalecesse.

Em seguido, teria a levado para uma área de mata na beira da estrada, onde o corpo foi encontrado, e a estrangulado com um cadarço de tênis.

Mais sobre o caso

O delegado afirmou que após o crime, o acusado ainda teria ido trabalhar normalmente como se nada tivesse acontecido. Câmeras de segurança ajudaram a polícia a chegar até Michel, e segundo informou Rubens José Ângelo sua equipe investigativa já estava com as provas contra o homem desde domingo (28), e que o homem não teria sido detido antes por conta da lei eleitoral que impediria a ação.

A justiça já decretou a prisão temporário do acusado que responderá por homicídio quadruplamente qualificado e estupro, ainda com quatro outros agravantes para sua pena.

Rayane ficou desaparecida por oito dias após participar de uma festa em Mogi das Cruzes e foi encontrada sem vida pela polícia e reconhecida pela mãe.

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